depressão

Depressão

Depressão na adolescência

Depressão na adolescência

A depressão na adolescência é um desafio para pais e especialistas, esse diagnóstico é difícil, por seus sintomas serem confundidos com sintomas relacionados as alterações comportamentais desta fase, portanto é extremamente necessário a avalição de um especialista, preferencialmente que trabalhe com adolescentes.

O papel da família é muito importante, o que se percebe neste contexto são críticas, julgamentos por falta de conhecimento, frases como: “Isso é frescura”, “ Isso é preguiça” ou “ Falta do que fazer” são comentários que não ajudam em nada esse adolescente, é fundamental o acolhimento, a escuta, olhar para seu filho e dizer “ estou aqui”, demostrar afeto, demonstrar que realmente se importa com ele.

É preciso observar o que esta acontecendo dentro de casa, muitos pais saem pela manhã e só voltam à noite e perdem a oportunidade de conhecer melhor os próprios filhos, outro fator que também contribui com a gravidade da depressão é a falta de conhecimento ou preconceito que acabam dificultando o diagnóstico, é preciso reforçar que depressão é uma doença, precisa ser tratada com seriedade, é uma das causas de morte crescente entre os jovens segundo a OMS.

Caso precise você pode contactar o Centro de Valorização da Vida que ajuda muitas pessoas com qualquer grau de depressão.

Talvez o maior problema seja realmente, falta de conhecimento e muito julgamento, enquanto fingir que a depressão não é um problema grave, essa epidemia ganhará força silenciosamente e contribuirá com a desvalorização da vida, infelizmente o final de uma doença cruel como essa é em sua grande maioria o suicídio.

Segundo pesquisas 90% das pessoas que cometem o suicídio sofrem de algum transtorno entre eles a depressão, dependência de álcool ou outras drogas. É importante ficar alerta aos sinais, pais, mães, irmãos e amigos próximos do deprimido, observar as mudanças de comportamento e procurar um especialista, em muitos casos é extremamente necessário à busca por um psiquiatra para se identificar se há algum distúrbio a ser tratado ou se há abuso de drogas, tudo tem que ser analisado minuciosamente e para isso se faz necessário a avaliação de um especialista.

Reduzir a taxa de suicídio é um desafio coletivo, todos tem que estar envolvidos, o silêncio tem que ser rompido, é alarmante o numero crescente de jovens que tem desistido da vida a troca de informações pode ser muito útil para diminuir esses índices.

É importante promover a vida, o amor, fase difícil todo mundo tem, mas é importante acreditar em um novo amanhã, uma nova chance de fazer diferente, conectar-se com algo positivo que nos faz adquirir forças para enfrentar nossos maiores desafios, e se não for possível passar por isso sozinho, vamos buscar ajuda, depressão tem tratamento, e o mais importante é dar esse primeiro passo, sozinho se torna difícil essa caminhada é procurar ajuda já é um grande passo neste processo.

Algumas características que pode-se observar na depressão

  • Irritação;
  • Mudança de humor;
  • Agressividade;
  • Isolamento;
  • Insônia;
  • Perda de interesse nas atividades normais;
  • Baixa autoestima entre outros…
  • Também podemos identificar reações físicas

Dores de barriga, má digestão, azia, flatulência, diarreia, dores de cabeça, e outras dores sem qualquer explicação cientifica.

Dica importante: Se conhece alguém que esta com depressão, não julgue, faça o acolhimento ou indique um especialista, mas não julgue!
Sempre chame algum especialista

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Fale com alguém sobre isso;
  • Sentir-se triste o tempo todo não é normal;
  • Pais: conversem com seus filhos;
  • É fundamental fortalecer os vínculos familiares;
  • Evite pensamentos negativos;
  • Praticas de atividade físicas ajudam muito;
  • Pais: Observem o comportamento de seus filhos;
  • Adolescente: Dê mais valor à vida!

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Dilza Santos

Matriz: AV. Cláudio Protilho, N.º 365 Eliza Miranda Mall – Distrito Industrial – Manaus – Amazonas – CEP: 69077-738.

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ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, MUITO AMOR ENVOLVIDO

É muito comum ouvir alguém se referir ao seu animal de estimação como “ filho” o que para muitas pessoas é compreensivo e para outras gera um certo desconforto! Já foi aquela época em que lugar de cachorro era no quintal, hoje eles fazem realmente parte da família, tomam conta da casa e do coração de seus donos.

Na maioria das vezes esse relacionamento com os animais se inicia na infância, principalmente se a família já tem esse amor por animais, isso é passado de uma forma muito natural para a criança e tem um lado muito positivo, além de estimular a criança a cuidar dos animais, reforça a importância de se amar esses bichinhos e esses valores são formados na cabeça da criança. Ainda tem aqueles que só tem essa experiência na fase adulta, casam, tem filhos e as crianças levam os bichinhos para casa e todos se apaixonam.

Pode-se destacar vários perfis, como aqueles que resolvem ter um cachorro, gato ou outros animais para suprir uma carência, perda, ou até mesmo decidem não ter filhos e adotam um cachorro, cada caso é um caso e não se julga isso, porém é importante avaliar em que contexto essa pessoa está inserida. Repito! Cada caso é um caso e não se deve julgar tais comportamentos.

Ainda há aqueles que não gostam, não cuidam e se incomodam com aqueles que cuidam, também é outro caso que precisa ser avaliado, o que desencadeia tanta raiva ou aversão? São inúmeros os fatores que podem contribuir para que esse indivíduo não tenha afinidade com os bichos, talvez lá na infância foi internalizado que os animais são sujos, não são bons, que causam mal à saúde, ou passaram por algum episódio traumático que os levou a evitar qualquer tipo de contato.

No entanto, algumas pessoas acham que ter esses bichinhos por perto é algo positivo. Hoje existe um grande comercio para atender à necessidade desses bichinhos, fora os supermercados específicos para animais, onde sua entrada não é proibida e aparentemente são eles que levam os donos para passear, existe um mundo de opções para mimá-los. Mas ressalto que tudo em exagero faz mal, quando isso sai do contexto “ normal” é importante investigar o que não está bem internamente. Lembrando que a humanização em excesso pode gerar sérios problemas de comportamento ao animal, até que ponto a pessoa está criando esse animal como humano? Acha que esse animal vai corresponder como humano? É muito importante estar claro para quem vai criar um bichinho que eles são animais e devem continuar assim, o ideal é viver com equilíbrio, amar os bichinhos e respeitar o tempo de cada um.

Os animais também tem um papel muito importante na reabilitação de vários pacientes a PET TERAPIA vem ganhando espaço nos hospitais, ajudando no tratamento de várias doenças.  As brincadeiras com os animais tiram o foco da doença, agrega valores, melhora a autoestima e ajuda crianças e adultos a responder positivamente ao tratamento de algumas doenças.

Dicas de Bem Com a Vida

  • É importante o envolvimento de todos os membros da família no cuidado com o animal;
  • Conversar e brincar com os animais ajuda a diminuir o estresse;
  • Envolva a família na hora de decidir ter um animal, é importante todos estarem de acordo;
  • Procura alimentar seu animal com alimentação adequada;
  • Não esqueça que são animais, não humanos;
  • Ensine seus filhos a respeitar os animais;
  • Seu bichinho não é seu terapeuta;
  • Se precisar de ajuda psicológica procure um psicólogo.

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Suicidio

Suicídio: Epidemia Silenciosa

Suicídio – Epidemia Silenciosa: Dia 10 de setembro é o dia mundial da prevenção do suicídio. Segundo pesquisas o suicídio é a segunda maior causa de morte entre jovens no mundo entre 15 e 29 anos. No Brasil é a terceira maior causa entre os jovens. E o que se tem feito para diminuir as estatísticas? Por que aumenta tanto o número de jovens que decidem terminar com a própria vida no Brasil?   No Brasil, estima-se que 25 pessoas cometam suicídio por dia.

De acordo com a (OMS) Organização Mundial de Saúde, uma pessoa se suicida a cada 40 segundos a tendência é de crescimento dessas mortes entre os jovens, especialmente nos países em desenvolvimento. Nos últimos vinte anos, o suicídio cresceu 30% entre os brasileiros com idades de 15 a 29 anos. No mundo, cerca de um milhão de pessoas morrem anualmente por essa causa. A OMS estima que haverá 1,5 milhão de vidas perdidas por suicídio em 2020, representando 2,4% de todas as mortes. Todo dia, 28 brasileiros se suicidam e, para cada morte, há entre 10 e 20 tentativas.

Segundo pesquisas 90% das pessoas que cometem o suicídio sofrem de algum transtorno entre eles a depressão, dependência de álcool ou outras drogas. É importante ficar alerta aos sinais, pais, mães, irmãos e amigos próximos fiquem atentos a mudança de comportamento, ou seja, quando a pessoa começa a falar em suicídio, procura se isolar, começa a querer se despedir de parentes,  esta triste, com baixa auto estima entre outros.

É importante a busca por um psiquiatra para ser identificado se há algum distúrbio a ser tratado ou se há abuso de drogas, tudo tem que ser analisado minuciosamente e para isso só um especialista. Diante da gravidade do assunto pouco se ouve falar, existe um tabu, é preciso mais visibilidade sobre o tema.

Reduzir a taxa de suicídio é um desafio coletivo, todos tem que esta envolvidos, o silêncio tem que ser rompido, é alarmante o numero crescente de jovens que tem desistido da vida a troca de informações pode ser muito útil para diminuir esses índices.

É importante destacar que toda tentativa tem que ser olhada com atenção. Muitas vezes é visto apenas como se a pessoa estivesse querendo chamar atenção, não pode ser visto dessa forma. É um problema sério, grave e precisa ser tratado como tal. É preciso quebrar tabus e abordar mais esse tema, na tentativa de evitar mais casos. Abordar essa temática na mídia, nas escolas, instituições, igrejas e familiares faz com que isso ganhe visibilidade e assim mostrar para essas pessoas que existe ajuda.

Recentemente em um congresso ouvi o relato de uma mãe que encontrou seu filho mais velho enforcado no quarto com o próprio cinto. E evidente o sofrimento da família nestes casos. Existem vários “Se”.  “Se eu estivesse entrando antes” “Se eu estivesse ouvido mais, prestado atenção mais” “Se eu estivesse lá, ele estaria comigo”. Enfim é dolorosa demais a perda de um filho. E o que podemos fazer para amenizar essa dor? Será que estamos preparados para ouvir um pedido de socorro?

São varias as causas que levam a pessoa a cometer o suicídio, entre elas os transtornos mentais, como transtorno de humor que leva a depressão, também outras causas que não os transtorno, são atitudes impulsivas de pessoas diante de uma perda de emprego, fim de um relacionamento, morte de um familiar entre outros. Segundo pesquisas o risco de suicídio em pessoas com perturbações de humor (principalmente depressão) é de 6 a 15%.

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Você não sabe lidar com esse pensamento suicida! Procure ajuda de um profissional;
  • Peça ajuda;
  • Converse com alguém;
  • A morte não é a solução.

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DOENÇAS PSICOSSOMÁTICAS – DOR ONDE NÃO DÓI !

Você já deve ter procurado um médico achando que esta muito doente, fez vários exames e o resultados é negativo! O médico diz que você não tem nada que é coisa da sua cabeça. E a dor não passa, o corpo dói, a cabeça dói, tudo dói. Uma dor que você não sabe de onde vem.

Talvez você não lembre, mas é provável que tenha passado por um momento de grande tensão ou um grande aborrecimento, uma decepção ou até mesmo se culpa por algo que deveria ter feito e não fez, ou seja, você tem dificuldade em exteriorizar isso e esse sentimento acaba afetando seu bem estar e seu equilíbrio emocional.

Quando a boca cala o corpo fala e o corpo sente o corpo fala. Isso é muito comum nos dias de hoje, onde as pressões principalmente no ambiente de trabalho estão em alta.

As doenças psicossomáticas são problemas psicológicos que se transformam em dor física. O indivíduo esta sofrendo tanto que o corpo começa a pedir socorro. Muitas vezes pode se esta passando por sérios problemas emocionais e não consegue exteriorizar isso, sofre calado. O corpo e a mente estão sempre trabalhando juntos um ajuda o outro, se a mente não esta bem o corpo também vai adoecer. É importante saber que nosso corpo é todo integrado, ficar atento aos sinais que o corpo dá é fundamental para o não adoecimento.

Alguns sintomas da pessoa cometida por doenças psicossomáticas – baixa autoestima, alergia, queda de cabelo, diarreia, dor de cabeça, dor de barriga, náuseas, vômitos, enjoo, perda da consciência e perda do desejo sexual, entre outros. Em casos mais graves a pessoa pode ainda perder a consciência e aumentar o seu grau de irritabilidade.

É preciso investigar todo o contexto do processo de adoecimento do indivíduo, é um erro dizer que a pessoa adoeceu porque quis! Afinal esse tipo de comentário não ajuda em nada!

Muitas vezes o indivíduo se sente culpado por estar doente e fica deprimido. Pode se dizer que a pessoa é responsável por sua saúde, não culpado por adoecer. É preciso analisar quanto tempo ele esta vivendo sobre pressão, em casa, trabalho, relacionamento, tudo é analisado para realmente identificar, o que contribuiu para o adoecimento.

Alguns sinais que precisam ser observados:

  • Pele – Irritação, alergias, coceiras, vermelhidão;
  • Estômago – Má digestão, enjoos, vômitos, azia;
  • Intestino – Diarreia;
  • Garganta – Irritação, tosse, dificuldade para respirar, dor e inflamação;
  • Sistema imunológico – Gripe, herpes, entre outros;
  • Cabeça – Dores, enxaqueca
  • Corpo – Fibromialgia (dores por todo o corpo durante longos períodos, com sensibilidade nas articulações, nos músculos, tendões e em outros tecidos moles).

É importante clarificar que cada pessoa tem sua história, tem seu equilíbrio, cada um sente de forma diferente as pressões diárias. Percebe-se em alguns processos, pessoas que tem sua criatividade reprimida, choro contido, que estão vivenciando um estresse elevado, uma tendência a essa desarmonia, a qualidade de vida e fatores genéticos são fatores que não podem ser descartados.

Portanto pegue leve com você, se ame, veja o lado positivo da vida, nem tudo é negativo, cuidando da mente o seu corpo agradece.

“ O que a mente não elabora o corpo chora ”.

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Você não é culpado por adoecer. Você é responsável por sua saúde;
  • Cuide de você;
  • Crie um tempo realmente seu;
  • Pratique meditação / yoga;
  • Fique atendo aos sinais que seu corpo dá;
  • Invista em você;
  • Sorria, faça coisas que lhe proporcionam bem estar;
  • Se tem algo incomodando você, converse com alguém, procure um psicólogo.

“ O que a mente não elabora o corpo chora ”

 

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Dilza Santos

HIPOCONDRIA

Você é daqueles que quando sente uma dor de cabeça já acha que é um tumor ou uma doença grave? Você sofre por antecipação com algum sintoma, achando que vai morrer ou que tem algo muito grave? É muito comum encontrar pessoas que falam de doenças, de novos lançamentos de remédios, novos exames, mas quando isso se torna exagerado é preocupante.

A hipocondria é a preocupação excessiva com alguma doença física,a pessoa acredita ser portador de uma doença grave e toda a vida da pessoa gira em torno disso. Essa obsessão invade a mente e compromete o raciocínio normal com ideias de doença. O indivíduo se imagina doente e se identifica com os sintomas descritos por outra pessoa doente e passa a considerar que tem a mesma doença. Cada mal estar que sente, só vem a comprovar o que acha que se tem.Se tem uma simples dor de cabeça, já acha que tem um tumor, uma doença terminal, costuma sempre duvidar do diagnóstico médico quando seus exames não comprovam a doença que ele acha que tem.

E para qualquer lugar que se queira ir procura logo saber se tem hospital por perto, porque se algo acontecer com ele quer ter a certeza que será socorrido. E não se da conta que esta hipocondríaco. Ele acredita na doença que acha que tem.

Inconscientemente pode ser uma fuga, uma forma de chamar atenção.O hipocondríaco sofre muito com tudo isso, na realidade é um grito de socorro inconsciente, ou seja, ele esta carente de atenção e talvez tenha aprendido de forma distorcida na infância como ter atenção.

É preciso analisar em que contexto este paciente esta inserido, o papel do médico mesmo em pronto atendimento é extremamente importante para não deixar despercebido uma queixa real. O temor de procurar um profissional da saúde mental impede muitas vezes o paciente a procurar ajuda e com isso contribui para o adoecimento é importante frisar que quanto mais precoce detectar o problema, melhor. A princípio o tratamento é a terapia, em casos graves o acompanhamento psiquiátrico é fundamental, onde esse paciente poderá fazer uso de medicamentos.

Existem alguns fatores desencadeantes que podem contribuir para o adoecimento, um deles é após uma experiência traumática de ter passado por uma doença grave e a partir deste episódio ficar tentando se proteger de uma nova doença, como também pode ter cuidado de alguém da família que sofreu muito com uma doença e passa a observar melhor seu corpo, com um cuidado exagerado para não adoecer. Em alguns casos também se observou uma carência enorme de afeto, onde a doença é um motivo para se ter a atenção, se sentir amado.

Um fator preocupante é a automedicação um risco que leva ao abuso de substâncias químicas e consequentemente a dependência.Portanto é importante uma avaliação clínica rigorosa a respeito da sintomatologia e havendo a necessidade será feito o encaminhamento do paciente ao psiquiatra e psicólogo, mesmo os hipocondríacos podem desenvolver uma doença. Por isso é importante a investigação e atenção dos médicos nesse processo.

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Não procure doenças;
  • Abra mão de pensamentos negativos;
  • Não sofra por antecipação;
  • Para aliviar a ansiedade e o estresse pratique a meditação ou yoga;
  • Não tome medicamentos sem prescrição médica;
  • Consulte seu médico regularmente;
  • Converse com pessoas que levante seu astral;
  • Pratique exercícios físicos;
  • Confie no seu médico;
  • Se não conseguir lidar com tudo isso procure um psicólogo.

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PET TERAPIA – OS ANIMAIS E SEUS BENEFÍCIOS

Eles são fofos, carinhosos, inteligentes e trazem inúmeros benefícios para quem os tem por perto. Uma pesquisa recente revela que os animais aproximam as pessoas além de proporcionar bem estar e equilíbrio emocional. Essa interação contribui para o fortalecimento do vínculo familiar, principalmente quando todos se envolvem no cuidado com o cão.

E quando cuidamos de um animal nos sentimos responsáveis, úteis, além de aumentar a autoestima. Imagine você chegando do trabalho estressado, onde tudo foi difícil e vem aquele bichinho em cima de você te dando carinho, atenção, feliz com sua chegada.

Uma cena que com certeza, faz com que você mude o foco do estresse e te leva para o foco do amor, do carinho, da alegria. Além de promover alegrias, ajuda no controle da ansiedade, a não entrar em depressão, tira o foco da solidão, porque se conversa com os bichinhos e se tem atenção deles. Sem falar a sensação de se estar protegido, mesmo que esse animal seja de porte pequeno, a pessoa se sente com um leão por perto.

Muitas vezes esse relacionamento com os animais se inicia na infância, principalmente se existe animais em casa, isso estimula a criança a cuidar dos animais, reforça a importância de se amar e cuidar desses bichinhos e esses valores são formados na cabeça dessa criança. É importante destacar que se pode inserir algo positivo nesta fase, como também pode se fazer o contrário. Infelizmente é comum ver pessoas que não tem nenhum contato com animais e não pensam jamais em ter.

Existem vários fatores que podem contribuir para que essa criança seja um adulto que não tenha afinidade com bichos. Muitas vezes são pessoas que quando criança ouviam os pais falar que os animais não são bons ou passaram por um episódio traumático que os levou a evitar qualquer contato. Cada caso é um caso.

No entanto, algumas pessoas acham que ter esses bichinhos por perto é algo positivo. Hoje existe um grande comercio para atender a necessidade desses bichinhos, fora os supermercados específicos para animais, onde sua entrada não é proibida e aparentemente são eles que levam os donos para passear. Lembrando que a humanização em excesso pode gerar sérios problemas de comportamento, criando animais extremamente dependentes, mimados, agressivos e antissociais, além de sérios problemas de saúde.

Atualmente os animais estão contribuindo na reabilitação de vários pacientes a PET TERAPIA vem ganhando espaço nos hospitais, ajudando no tratamento de várias doenças.  As brincadeiras com os animais tiram o foco da doença, agrega valores, melhora a autoestima e ajuda as crianças a responder positivamente ao tratamento de algumas doenças.

Esta terapia é uma serie de atividades que utilizam animais treinados para auxiliar no desenvolvimento físico, mental, emocional e social dos pacientes.As crianças e os idosos adoram receber a visita desses bichinhos no hospital. Lembrando que são animais treinados e bem tratados, acompanhados por um profissional.

Dicas de Bem Com a Vida

  • É importante o envolvimento de todos os membros da família no cuidado com o animal;
  • Conversar e brincar com os animais ajuda a diminuir o estresse;
  • Envolva a família na hora de decidir ter um animal, é importante todos estarem de acordo;
  • Procura alimentar seu animal com alimentação adequada;
  • Caminhar com seu bichinho é saudável para ambos;
  • Ensine seus filhos a respeitar os animais;
  • Não faça do seu bichinho seu terapeuta;
  • Se precisar de ajuda psicológica procure um psicólogo.

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Dilza Santos

COMPRAS COMPULSIVAS DEVEM SER EVITADAS EM ÉPOCA DE CRISE!

Pesquisas confirmam que compras compulsivas atinge cerca de 3% das pessoas que fazem compras sem necessidade e 90% desse publico são mulheres, é fato que as mulheres gostam de fazer compras, principalmente de produtos que encantam os olhos femininos, bolsas, sapatos se destacam neste contexto.

Mas até que ponto podemos considerar essas compras “normais”ou “compulsivas”? Podemos destacar que compra descontrolada pode se caracterizar como doença, principalmente quando se gasta dinheiro com objetos desnecessários se tornando um vício.

É fato que o cenário econômico não esta favorável para compras, porém mesmo assim nos deparamos com pessoas que tem se endividado com empréstimos e financiamentos a se perder de vista, e o mais grave é que os idosos são vítimas fáceis de golpistas. Reforço um alerta a essas ações que crescem a cada dia. Porém há um outro perfil neste quadro, que são os oniomaniacos, são pessoas que compram compulsivamente para compensar a angústia e aliviar o desconforto físico e psicológico que sofrem.

Os fatores psicológicos e emocionais quando não estão bem organizados podem adoecer o indivíduo, contribuindo para vários transtornos e coisas simples e prazerosas como o ato de comprar, pode virar doença. Exemplo disso podemos destacar um transtorno chamado Oniomania, que popularmente é conhecido como compulsão por compras, pessoas que não conseguem resistir à tentação de comprar. Chegam a não pagar contas essenciais para gastar com supérfluos.

Destaco ainda que isso promove um desconforto também para a família de quem sofre com esse transtorno, que na maioria das vezes pagam a dívida, acreditando que tal fato não acontecerá mais. Porém isso não resolve o problema, oniomania é doença e precisa ser tratada e a ajuda psicológica é fundamental neste processo.

Hoje neste cenário econômico tem empresas preocupadas com esse problema que vem afetando seus colaboradores e com isso surgem ações preventivas dentro das organizações através de palestra, workshops de especialistas, reforçando os perigos frente a este problema.

É extremamente importante as empresas terem essa visão, até porque com a crise atual muitos colaboradores estão endividados dentro da empresa emprestando dinheiro de colegas causando um desconforto e um clima negativo no ambiente profissional, fato este que compromete as relações interpessoais dentro das organizações.

É preciso ter em mente que um Shopaholic ou Oniomaníaco não é um individuo com falta de caráter ou pouca vergonha na cara, como alguns pensam. É alguém com sofrimento profundo, clamando por socorro, inconscientemente precisando de ajuda. Se você conhece alguém ou você mesmo esta passando por isso procure ajuda!

Dicas De Bem Com a Vida

  •  Antes de abrir a carteira pergunte eu estou mesmo precisando disso?
  •  Se for ao centro comercial, não leve cartões de credito ou cheque;
  •  Em suas compras evite os parcelamentos;
  •  Seja sincero com você mesmo;
  •  Neste cenário econômico é necessário reduzir gastos;
  •  Foque em atividades que não lhe traga prejuízos financeiros;
  •  Evite fazer empréstimos;
  •  Peça a alguém de sua confiança para administrar seu dinheiro;
  •  Procure um consultor financeiro para lhe ajudar no orçamento;
  • Dê prioridade a suas necessidades básicas, não há supérfluos;
  • Preste atenção no que você esta gastando;
  • Evite empréstimos;
  • Como pais, monitore os gastos do seu filho;
  • Evite canais de TV de vendas ou Sites;
  • Saiba dizer não para seu filho;
  • Evite ter vários cartões de crédito;
  • Resista as ofertas elas podem ser uma armadilha;
  • Cuidado!!! De um comprador compulsivo, você pode virar um devedor compulsivo;
  • Procure ajuda!

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SÍNDROME DO NINHO VAZIO

A síndrome do ninho vazio é muito comum após a saída dos filhos de casa. Quando os filhos se tornam independentes e cada um resolve cuidar da sua própria vida os pais sentem essa ausência, principalmente a mãe. Neste contexto pode se instalar sintomas da depressão, muito comum nesse processo, esse sofrimento ocorre às vezes bem antes da fase adulta, quando os filhos resolvem estudar fora ou casam-se muito cedo.

O fato é que essa saída causa sofrimento, porém é importante observar se essa tristeza será prolongada ou não. A síndrome do ninho vazio é pontual, mas se este sofrimento perdurar e começar a interferir no cotidiano da pessoa, pode se transformar em depressão.

Infelizmente as mulheres nesse processo tem um outro vilão que contribui para esse estado emocional debilitado que é a menopausa, fato este que não pode ser ignorado, pois afeta muito a autoestima da mulher, muitas se acham feias, debilitadas, sem função nenhuma. É fundamental o papel da família nesse contexto, ocupar a mente fazer exercícios físicos, conhecer pessoas novas, cuidar da alimentação, fazer praticas meditativas também ajudam nesse processo.

A adaptação a uma nova realidade é fundamental nesse processo de mudança e leva tempo, porém não podemos descartar que cada pessoa tem uma reação diferente da outra, cada caso é um caso. Existem pais que encaram a saída do filho de casa com muita alegria, sentem-se orgulhosos em ver o filho conquistando seu espaço, se realizam com suas conquistas pessoais e profissionais.

Em outros casos, o sofrimento é visível causando até a depressão. Mesmo sendo certo que isso um dia vai acontecer nunca se prepara para tal fato. Às vezes é menos doloroso quando os pais participam desse processo, ou seja, no casamento, estudar fora, uma proposta de trabalho para outro país, momentos de alegrias que muitas vezes entram em conflito com o sentimento de tristeza deixado no momento da partida.

Quando a partida se deu por conflitos familiares ou morte é muito mais difícil, lenta e dolorosa a recuperação, ou seja, briga com os pais, irmãos ou morte a dor é muito mais intensa e tem maior duração. E sendo por bons motivos, como casamento, faculdade ou até mesmo morar sozinho, mas com a participação dos pais, o processo torna-se menos doloroso.

O que poucos filhos sabem é que nesse processo há uma inversão de papéis, com os filhos passando a ter o papel de pais, principalmente da mãe. O acolhimento, o amor, a atenção e muita tolerância são ferramentas indispensáveis nesse contexto. É fundamental que eles se sintam amados, importantes para a família que são e sempre serão amados por todos mesmo morando em outra casa.

 DICAS DE BEM COM A AVIDA

  •  Pensamento positivo;
  •  Esse recomeço é necessário para um novo ciclo;
  •  As mudanças fazem parte do ciclo da vida, não veja como problema;
  •  Converse com pessoas, aumente sua rede  de contatos;
  •  Você sempre foi e sempre será um excelente pai ou mãe;
  •  Cuide da sua saúde;
  •  Pratique atividades físicas;
  •  Ocupe sua mente com coisas boas;
  •  Seu filho continuará sendo seu filho;
  •  Crie novos hábitos;
  •  Se possível faça uma viagem com seu esposo, planeje uma nova lua de mel;
  •  Namore com seu companheiro, curta seu casamento;
  •  Planeje cuidar mais de você e de seu bem estar;
  •  Se possível mude de casa;
  •  Pratique meditação / Yoga;
  •  Tenha novos objetivos na vida;

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Dilza Santos

A CRISE DOS DOIS D

Infelizmente só se fala em crise econômica em todos os seguimentos e isso tem afetado a saúde das pessoas, o cenário nada positivo tem contribuído para que as empresas montem estratégias para não fechar as portas e dentro deste contexto os funcionários tem que se adequar a essa nova realidade afetando muitas vezes a autoestima e sua produtividade, criando um clima negativo dentro das empresas.

No ritmo de muita competitividade e incerteza os colaboradores sofrem inúmeras pressões e uma delas é a psicológica, causando danos emocionais graves. A competição que tem seu lado positivo no contexto profissional se torna um gatilho para as doenças psicológicas, com certeza se você esta trabalhando ou foi demitido sabe como é angustiante essa incerteza, dormir e acordar sem saber se no dia seguinte estará empregado.

A demissão é um processo que causa grande impacto na vida do indivíduo afetando principalmente sua autoestima, por mais crítico que se encontre o mercado, nunca se esta preparado para enfrentar a crise desempregado, as pessoas pensam em vencer a crise em seus empregos, pagando suas dívidas e manter a família. Porém nesse processo muitos estão adoecendo, dores físicas, insônia, ansiedade exagerada, irritabilidade, transtornos alimentares, estresse e depressão são algumas características deste adoecimento.

Mas o que isso tem haver com a crise? Tem tudo haver, se a empresa esta em crise, ela demite e demissão é sempre um episódio muito traumático na vida do indivíduo, principalmente quando ele tem inúmeros compromissos familiares, ou seja, todos sofrem danos, porém aquele indivíduo que tem vários dependentes sofre ainda mais e isso também contribui para os quadros depressivos.

A depressão é uma doença silenciosa e pode matar, estima-se que 350 milhões de pessoas de todas as idades sofrem com esse transtorno e a perda do emprego ou ameaça de perdê-lo “acentua” todos esses sintomas que acabam comprometendo seu desempenho profissional e suas relações interpessoais.

Segundo pesquisa do IBGE a taxa de desemprego no quarto trimestre de 2016 chegou a 12% o que representa 12,3 milhões de desempregados no Brasil. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), 121 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo e a doença ainda é confundida com tristeza normal, fazendo os sintomas passarem despercebidos.É a quarta principal causa de incapacitação em todo o mundo e, de acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2030 ela será o mal mais prevalente do planeta, à frente de câncer e de algumas doenças infecciosas.

De acordo com essas estatísticas vivemos uma crise, a crise do Desemprego e a crise da Depressão ( Crise dos Dois Ds ), onde as estatísticas não são nada animadoras e outro problema crescente neste ciclo é a mortalidade por suicídio. Segundo pesquisa feita no dia mundial da prevenção do suicídio, que é todo dia 10 do mês de setembro, o suicídio na maior parte dos casos são executados por pessoas com depressão, infelizmente independente de sexo, faixa etária ou qualquer outra característica.

É preciso um olhar minucioso neste problema e urgentemente investir em soluções, afinal “cuidar da mente é cuidar da vida”.

DICAS DE BEM COM A VIDA

  • Não se culpe;
  • Não tenha medo;
  • Não sinta vergonha;
  • Pense positivo;
  • Invista em cursos para valorizar ainda mais seu currículo;
  • Prepare-se para uma entrevista de emprego;
  • Faça uma pesquisa sobre a empresa que deseja trabalhar;
  • Renove sua rede de networking;
  • Curta a família;
  • Pratique exercícios físicos, meditação, yoga;
  • Seja criativo;
  • Mantenha contato com pessoas que te fazem bem;
  • Cuide da sua saúde mental;
  • Reorganize as dívidas;
  • Cuide da sua autoestima.

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Dilza Santos

A IMPORTÂNCIA DA AUTOESTIMA

Você já acordou naquele dia que nada pode afetar você? Ou levantou confiante, sem medo de falar sobre qualquer assunto?

É extremamente importante nos relacionar bem com o meio em que estamos inseridos, ou seja, com ou sem autoestima os desafios da vida estão presentes e temos que enfrentá-los de cabeça erguida. Mas será que todos tem essa confiança? Você já mediu em que nível esta sua autoestima ultimamente? Avaliar sua autoestima é a dica para você se conhecer melhor e saber como está o seu relacionamento com as pessoas.

Mas o que é autoestima ?

Autoestima – É a opinião e o sentimento que cada pessoa tem de si mesmo. “Como eu me percebo” “Como eu me vejo”. Começa a se formar na infância, a partir de como as outras pessoas nos tratam. Nesta fase pode-se alimentar ou destruir a autoconfiança, é de grande importância a validação, ou seja, os pais elogiarem seus filhos, darem importância a pequenas coisas que seus filhos constroem o ambiente em que a criança esta inserida não pode ser falho. Já a autoestima baixa geralmente está relacionada a falsos valores. Crença que é necessária aprovação da mãe ou pai.

Na realidade todos nós precisamos de fato de uma recompensa, estes condicionantes são muito poderosos e determinam algumas vezes nosso estado emocional. Todo mundo gosta de receber elogios, mas existem aqueles indivíduos que transformam um comentário negativo em construtivo, fazem da crítica uma aliada! Tudo vai depender de como estamos nos vendo, se estamos bem é claro que vamos transmitir coisas boas, porém se não estamos bem não seremos uma boa companhia para ninguém, nem pra si mesmo.

Algumas características da baixa autoestima:

– Insegurança                                                          – Negativismo

– Dúvidas constantes                                             – Depressão

– Ansiedade                                                             – Raiva entre outros.

– Necessidade de agradar os outros                     – Acha que a vida do outro é sempre melhor que a sua

Algumas características da autoestima elevada:

– Paz interior                                                             – Relações saudáveis

– Amor-próprio aumenta                                         – Satisfação pessoal

– Ansiedade e insegurança diminuem                    – Harmonia entre o que sente e o que diz

– Necessidade de aprovação diminui                     – Maior flexibilidade aos fatos

– Autoconfiança elevada

 DICAS DE BEM COM A AVIDA

  • – Pare de se comparar com o outro;
  • – Se ame sem se importar com o que outro vai pensar de você;
  • – Deixe o discurso vitimizado;
  • – Trate-se com carinho;
  • – Aprenda a gostar do que te faz bem;
  • – Faça uma reeducação amorosa;
  • – Não dê importância a opiniões negativas;
  • – Construa sua própria identidade;
  • – Pratique Meditação / Yoga;
  • – Pratique exercícios físicos.
  • – Reforce seus contatos e faça novos amigos;

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